terça-feira, 31 de maio de 2016
Blog do Fiscal: PN X PN: engordando a praia e o bolso
Blog do Fiscal: PN X PN: engordando a praia e o bolso: Roberto Cardoso Texto especial para o Blog do Fiscal de Roberto Cardoso (Maracajá), que é entre tantas coisas: Marine and Land Sur...
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Roberto Cardoso (Maracajá) em/ Roberto Cardoso (Maracajá) in
Roberto
Cardoso (Maracajá) em/ Roberto Cardoso (Maracajá) in
Roberto
Cardoso (Maracajá) em
Roberto Cardoso (Maracajá) in
Roberto
Cardoso (Maracajá) em “Jornal Metropolitano”
Roberto Cardoso (Maracajá) in “Jornal Metropolitano”
Textos
publicados no Jornal Metropolitano. Parnamirim/RN.
Roberto
Cardoso (Maracajá) em “O Mossoroense”
Roberto Cardoso (Maracajá) in “O Mossoroense”
Textos
publicados no jornal O Mossoroense. Mossoró/RN.
Roberto
Cardoso (Maracajá) em “Kukukaya”
Roberto Cardoso (Maracajá) in “Kukukaya”
Textos
publicados na Revista Kukukaya. Revista Virtual.
Roberto
Cardoso (Maracajá) em “Jornal de Hoje”
Roberto Cardoso (Maracajá) in “Jornal de Hoje”
Textos
publicados no Jornal de Hoje. Natal/RN
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Informática em Revista
Roberto Cardoso (Maracajá) in Informática em Revista
Textos
publicados em Informática em Revista. Natal/RN
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Publikador
Roberto Cardoso (Maracajá) in Publikador
Textos
publicados em Publikador
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Google+
Roberto Cardoso (Maracajá) in Google+
Textos
e imagens em Google+
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Wordpress
Roberto Cardoso (Maracajá) in Wordpress
Textos
em Wordpress
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Tumbir
Roberto Cardoso (Maracajá) in Tumbir
Textos e links em Tumbir
Roberto
Cardoso (Maracajá) em ISSUU
Roberto Cardoso (Maracajá) in ISSUU
Links em ISSUU
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Linkest
Roberto Cardoso (Maracajá) in Linkest
Links em Linkest
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Jerimum news
Roberto Cardoso (Maracajá) in Jerimum News
Textos
em Wordpress
Roberto
Cardoso (Maracajá) em Xananas Blog
Roberto Cardoso (Maracajá) in Xananas Blog
Textos
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http://forumaracaja.blogspot.com.br/2016/05/roberto-cardoso-maracaja-em-roberto.html
Roberto
Cardoso (Maracajá) em
Roberto Cardoso (Maracajá) in
quinta-feira, 28 de abril de 2016
O Convite
O
Convite
PDF 632
Utilizamos deste instrumento
para convidar o Excelentíssimo Senhor Prefeito desta cidade a compartilhar
momentos com o cidadão deste município. Para
juntos usarem o direito do cidadão, o direito de ir e vir. Como caminhar pelos
parques, pelas praças e pelas calçadas. Evitando o uso de automóveis, usando um
modelo antigo. Usando um habito já quase esquecido. O ato de andar a pé. Caminhar
longas distancias, a fim de encontrar um caminho seguro, entre tantos carros
estacionados.
Convidamos a passear por
diversas ruas do centro e da periferia, no espaço urbano e suburbano. Sentir o
vento no rosto, provocado por carros em alta velocidade. Praticar exercícios de
equilíbrio sobre os estreitos canteiros que dividem as pistas. Atravessar ruas
respeitando o uso da faixa de segurança, quando o sinal está fechado para os
carros e liberado para os pedestres. A
oportunidade de lembrar como era a brincadeira de pular amarelinha, desviando
dos buracos nas calçadas.
Caminhar pelas ruas para observar
pessoas uniformizadas a serviço da prefeitura, ocupados com seus rádios e seus
telefones. Talvez conversando com o companheiro, localizado na outra esquina. Bastaria
fazer um sinal, que o companheiro, logo avistaria e logo responderia. Observar
os mesmos patrulheiros, fazendo anotações as escondidas. Quem sabe para um
futuro acerto ou um breve desenrolo.
Caminhar com calma e observar
as placas, símbolos e sinais; observar pinturas e símbolos. Há muitos
espalhados e distribuídos na cidade. Informações horizontais e verticais. Em pisos,
paredes e postes. Existe um conhecimento que encontramos nas ruas. Como uma
textura e a cor de um piso. Uma linguagem universal, que serve para outros
estados e outros países.
Lembramos que o direito de ir
e vir, é um direito atribuído ao cidadão, portanto, restringe-se unicamente ao
cidadão, não é extensivo aos seus automóveis. Os carros já possuem as ruas e
avenidas para exercer suas arrancadas, suas freadas e seus movimentos. Em caso
de parada demorada, devem procurar um estacionamento. E um proprietário ao sair
de casa, retirando o veículo de uma vaga ou de uma garagem, não pode simplesmente
colocar seu bem em outras portas ou outras calçadas. Adquirir um carro é
adquirir um problema, que não pode ser transferido ao outro, que não participa
do problema.
O traje para o passeio, é o
traje passeio, sem formalidades. O ideal seria um traje esporte, mas não convém
a um prefeito. E é conveniente que não haja assessores, e que não tenha seguranças,
que podem comprometer com o comportamento diário da cidade, interferindo em situações
que podem não ser vistas ou não alcançadas.
Lembramos ainda que a sigla
RSPV é uma sigla usual, do comportamento social francês, indicando que o
convidado deve confirmar a sua presença. Evitando uma demasiada espera. Evitando
atropelos que acontecem de última hora.
Lamentaremos não oferecer um coquetel
de boas-vindas, ou um coquetel de despedida. Mas é certo encontrar alguns
vendedores pelo caminho, vendendo balas e doces estreitando os caminhos. Calçadas
estreitas, apertadas e com ocupações diversas. Ocupadas por diferentes pessoas
e cidadãos. Alguns podem vender algo, outros esperam a condução. E outros que
se aproveitam da confusão.
E por muitas vezes ainda há um
mobiliário urbano atrapalhando a calçada.
28/04/16
Entre
Natal/RN e Parnamirim/RN
Texto
disponível em:
quinta-feira, 21 de abril de 2016
@ Via_Indireta
@
Via_Indireta
PDF
627
Depois de tentar as vias
diretas para obtenção de soluções, podemos procurar outras vias, as vias
indiretas que podem ajudar a chegar a uma solução. Uma solução de direito,
direito de qualquer cidadão. Cidadão diante da sociedade, e cliente diante do
comercio. Não há como um administrador se posicionar no monte das oliveiras, declarando
e exercendo suas vontades e desejos. Por vezes em nome de uma minoria, proprietários
comerciais ou proprietários de automóveis; destacados, renomados e ilustres
clientes, que podem usar do argumento velho e carcomido pelo tempo: “Você sabe
com quem está falando? ”.
Quando nos deparamos com
prédios e instalações comerciais que não promovem acessibilidade e não promovem
a inclusão, podemos inicialmente obter contato com administradores e expor nossas
dificuldades e nossas indisposições. Existem leis e regras para inclusão de
facilidades para pessoas que possam ter uma dificuldade de deslocamento ou de
locomoção. Independente de idade ou da dimensão da capacidade de locomoção. Existem
normas e regras de engenharia para tais situações, baseadas na simples regra de
preservar pela vida. Com o uso do desenho universal. Projetando e construindo a
acessibilidade e a cidadania.
Mas as pessoas consideradas
como normais, por vezes, também podem ser excluídas. Podem ser usurpadas dos
espaços livres, para simplesmente andar, caminhar em uma direção. Como exemplo
um shopping ou um supermercado que não oferece segurança para pedestres que
precisam atravessar áreas de estacionamentos. Pedestres que ao transitar pelas
ruas, precisam atravessar entradas e saídas de estacionamentos.
É de conhecimento notório que
um empreendimento comercial crie vagas de estacionamento para seus clientes com
seus automóveis. Mas boa parte dos clientes podem não possuir um automóvel, ou
ter preferência por andar a pé. Podem ter a impossibilidade de usar o seu veículo,
por um momento. E torna-se uma dificuldade atravessar um estacionamento a pé,
com carros para todos os lados, estacionados e desesperados a procura de uma
vaga. E ainda há de se considerar que os motoristas, sem seus automóveis, se
tornam simples e mortais pedestres. Há enorme diferenças de forças, velocidades
e resistência, entre um automóvel e um pedestre, uma concorrência desleal, na disputa
de um espaço. Torna-se um risco atravessar uma via de entrada e saída de
estacionamentos. Torna-se uma dificuldade andar por calçadas defronte a comércios
que criam estacionamentos nas calçadas.
E todo shopping, todo comércio,
ao criar, construir ou manter um estacionamento deve prever regras e segurança
para aqueles que precisam cruzar ou atravessar um estacionamento. A
administração do shopping, do mercado, do supermercado e do hipermercado, deve
e tem o dever, de construir passagens seguras para os pedestres entre as áreas destinadas
aos carros. A administração deve promover caminhos seguros entre a rua e a
entrada no shopping ou comercio semelhante.
As regras de segurança não se
restringem aos trabalhadores, dentro das áreas industriais. Devem abranger a
todos, oferendo calçadas e travessias seguras destacadas e diferenciadas dos
espaços onde circulam os carros. E um shopping deve orientar e instruir sua
equipe de segurança, com pessoal e sinalização, que motoristas também são
pedestres, não nasceram com rodas. E devem respeitar a travessia de pedestres.
As placas de alerta e as faixas de pedestres tornam-se um EPI, no trato
coletivo, de funcionários e clientes. De pessoas que simplesmente, unicamente, precisam
cruzar ou atravessar aquele espaço.
O tão falado direito de ir e
vir, refere-se ao cidadão, não se estendendo aos seus automóveis. E o direito
de ir e vir é restrito a pessoa, não compreendendo que automóveis, motocicletas
ou outros veículos de locomoção impeçam a passagem de pedestres, ainda que usem
um artifício de uma cadeira de rodas, estendendo suas possibilidades de
deslocamento.
CTB – Código
de Transito Brasileiro
Capítulo III - DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E
CONDUTA
Art. 29
XII
§ 2º Respeitadas
as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem
decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela
segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela
incolumidade dos pedestres
Textos
afins:
“Fejão no dente”
http://caldodecanapaodoce.blogspot.com.br/2015/04/fejao-no-dente.html
“Uma manifestação diária que
acontece nas ruas”
http://www.substantivoplural.com.br/manifestacao-diaria-acontece-nas-ruas/https://issuu.com/robertocardoso73/docs/574_a_manifesta____o_di__ria_nas_ru
segunda-feira, 4 de abril de 2016
O OVNI da poetisa potynambucana
O
OVNI da poetisa potynambucana
PDF 615
Um OVNI que foi avistado por
uma poetisa potynambucana, parece que vem afetando as secretarias da prefeitura
de Natal/RN. Uma poetisa potynambucana, nascida em Pernambuco e atualmente
radicada em Natal, avistou um objeto iluminado. E parece que o OVNI vem
afetando os comportamentos das secretarias municipais natalenses. A poetisa diz
ter avistado um objeto voador não identificado, emitindo luzes coloridas. E com
os levantamentos das suspeitas do seu estado etílico, poético ou emocional,
atribuiu o avistamento a um satélite japonês, que estava considerado como perdido.
Outras fontes de informação,
dão conta que o avistamento lunático ou poético, poderia não se tratar de um
OVNI ou até mesmo de um satélite. Dizem outras fontes de informações, haver
recentemente muitos balões meteorológicos avistados e identificados, na região
próxima a Natal/RN. E com as variações dos balões meteorológicos em relação ao
Sol, em sua trajetória na atmosfera, seria possível dizer que eles emitem
luzes. Restou a duvida da visão, se um OVNI, um satélite, um balão; ou
trocadilhos e trapaças da visão.
O fato é que as secretarias da
prefeitura municipal estão alterando o seu comportamento. Parecer estarem
iluminadas por seres e atitudes alheias, de outra atmosfera ou de outro planeta.
Podem ter sido abduzidos por seres extraterrestres. Começam a trabalhar com
planejamento e ordenação, fato nunca antes vistos. Parecem tentar melhorar a
vida do cidadão. Talvez pelo avistamento do OVNI, ou pela proximidade de uma
eleição.
Primeiro colocaram os
amarelinhos nas ruas, trabalhando como nunca trabalharam antes. Saíram de suas
tocas e perderam o medo da chuva e do sol. Começaram a aplicar multas em
infratores, que cometem abusos no transito. Parece um choque de ordem, que
implica na revolta dos condutores, que sempre entenderam que ruas e calçadas
sempre foram suas. Tal como os ingleses, que achavam que todos os mares eram
seus.
Depois os amarelinhos foram
para as ruas controlar o transito, durante as manifestações políticas, quando
as policias sempre olharam as manifestações com manifestantes andando a pé, uma
ameaça aos que conduziam seus carros, com a prerrogativa do direito de ir e
vir. Mas não interpretavam as leis e o direito como direitos do cidadão, e o
direito de ir e vir não é extensível aos seus automóveis. Autoridades
policiais, chegaram a fechar uma rodovia federal, um local de jurisdição
federal, teoricamente impossibilitado de ser fechado, para uso de
manifestantes. Abriram uma jurisprudência para manifestações estudantis.
Nenhum cidadão é impedido de
andar nas ruas com as próprias pernas, e seus próprios pés, ninguém é impedido
de usar seus artifícios naturais, de ambulação. Como um habito que vem sendo
esquecido, a mobilidade e a facilidade de andar a pé. E da mesma forma a
mobilidade urbana do cidadão tem que ser estendida e extensiva aos que tem
limitações por dificuldades de seus membros locomotores, e outras incapacidades
como, visuais e até auditivas.
Agora as secretarias municipais
responsáveis pela mobilidade urbana, também vem reagindo de modo estranho.
Parecem estar decididas a ordenar o transporte público. Reformam as paradas de
ônibus destruídas e oxidadas, e criam novos pontos de ônibus, com destinos e
origens diferentes, desafogando as paradas comuns a todos os transportes
coletivos. Sejam eles municipais ou intermunicipais. Tradicionais ou
alternativos.
Mas para chegar a um ponto
ideal, é preciso que as coberturas das paradas, realmente protejam da chuva e
do sol, e das longas esperas de ônibus. E não só demostrem linhas suaves e
esquias ao sabor dos ventos. Da mesma forma as paradas seletivas para linhas com
destinos diferentes, que possam aliviar o que é fato comum. Passageiros tendo que
avistar e identificar os ônibus que chegam, e ao mesmo tempo desviar de
entulhos e metralhas espalhados pelo chão; desviar de outros passageiros que
desejam outras linhas. Além de disputar o espaço com vendedores e obstáculos públicos
em cima das calçadas.
Detalhe. Normalmente é mais
comum não existirem calçadas. Quando existe uma calçada, ela pode estar ocupada
pelos carros. E existindo uma calçada livre, normalmente são desniveladas e
cheias de buracos. Ainda há muito trabalho para seres e atos extraterrestres; ou
serão argumentos para uma próxima eleição.
RN, 04/04/16
sábado, 2 de abril de 2016
Jerimum News 5
Jerimum City, 01 de abril de 2016
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Bruxas e Fadas discordam da modalidade EaD
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Jerimum News 5
PDF 612
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Texto publicado
em:
RN, 21/02/16
porRoberto Cardoso (Maracajá)
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Textos anteriores
Jerimum News 4http://soupwithcake.blogspot.com.br/2016/03/jerimum-news-4.html
Jerimum News 3
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Jerimum News 2
http://valedojerimum.blogspot.com.br/2016/03/jerimum-news-2.html
Jerimum News
http://valedojerimum.blogspot.com.br/2015/12/jerimum-news.html
por
Roberto Cardoso (Maracajá)Branded Content (produtor de conteúdo)
Bruxas e Fadas
discordam da modalidade EaD
PDF 612
Jerimum News 5
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Bruxas e Fadas potiguares, discordam
do modelo moderno de educação e formação, denominado Educação a Distância (EaD),
ainda preferem o modelo antigo de educação presencial. Deslocamento entre cidades
e florestas, não se torna um problema para bruxas e fadas, preferem lugares
remotos onde podem exercer suas magicas e magias.
Bruxas e Fadas partiram de
Natal/RN, e fizeram um retiro durante a Semana Santa. Podem ter pego uma
corrente de vento que as levassem Mãe Eugênia e a Bessén, visitando Eólia
Kelly, tal como uma pipa voada. Voaram ou se tele transportaram para MG, na
antiga Ouro Preto. Desapareceram de Natal/RN e apareceram em Ouro Preto/MG,
como num passe de mágica. Chegaram na antiga vila da época do
pós-descobrimento. Primeiro a chamaram de Vila Rica, e tornou-se conhecida até
hoje por cidade de Ouro Preto. E a comitiva potiguar só foi descoberta, depois
que apareceram postando fotos em redes sociais.
Um grupo de bruxas e fadas
lideradas por uma madrinha, que residira antes naquelas matas e florestas, no
tempo que o local era conhecido como Vila Rica. A madrinha levou um grupo de
afilhadas, entre bruxas e fadas. Dentre elas havia uma formada em Direito, para
em uma emergência preparar um habeas corpus
rapidamente, e soltar alguma que fosse presa pela guarda imperial. Conhecem a
história de Tiradentes.
E com certeza, ao chegarem em
Ouro Preto, usaram outra senha, diferente daquela antiga, na época de Tiradentes.
Evitaram o uai, tradicional expressão mineira. UAI – União dos Amigos
Inconfidentes. Outros tentando afastar as pistas até contam outra história,
atribuindo a curiosidade dos ingleses que no tempo da imigração queriam saber
de tudo: Why?? Por fim o mineiro atual e recatado até hoje não confirma o
significado. Ao ser perguntado o real significado de uai, responde prontamente
que: Uai é uai. Uai!
Levaram também uma nutricionista
para conferir e avaliar ingredientes, como patas de baratas, asas de morcegos e
rabos de lagartixas. Cachaças de Januária e refrigerante Mineirinho. Calculando
vitaminas e calorias. E junto com a trupe ainda seguiu um assistente social
para garantir outros direitos, de bruxas e fadas, disfarçadas entre a população,
em pose de cidadãs. A nutricionista e o assistente social, são especializadas
em cachaça de Pirassununga e viradinho à paulista.
quarta-feira, 30 de março de 2016
O Tomo de Ormuz
O
Tomo de Ormuz
PDF
609
A geografia desenhada e
exercida hoje, torna-se história amanhã. E a geografia que modifica e modela os
espaços, cria novas histórias. O homem é o ator neste palco geográfico, onde os
lugares e cada espaço alterado, é um novo cenário, descortinado para o homem exercer
uma história ao longo da linha do tempo. A responsabilidade de registrar esta
história, torna-se uma responsabilidade de algumas instituições que se formam e
tornam-se capazes para isto. Especializam-se em geografia e história como o IHGRN
- Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. Descreve e escreve
um espaço, em uma das federações brasileiras.
Uma geografia foi realizada na
noite de uma terça-feira (29/03/16), pelas ruas de Natal. A movimentação de
grupos de pessoas, começando pela região metropolitana, e outros lugares não
pesquisados. Pessoas chegaram pelas linhas da Rosa dos Ventos, em direção ao
centro. Pessoas partiram de lugares diversos com conduções diversas e diferenciadas
com destino ao ponto zero da cidade, o local da fundação da cidade. Chegaram em
prédios próximos ao marco zero, para ocupar posições diversas em situações
diversas, em um mesmo local. Pessoas saíram de seus trabalhos, de suas
residências e de suas cidades, para uma atividade comum a todos, com diversos
personagens ocupando papeis diferentes, de um teatro social no decorrer de um
cerimonial. O cerimonial de ocupação de cargo de uma nova diretoria do IHGRN. O
cerimonial receptivo de chegada de novos sócios; e o lançamento da revista Nº
XCII – Ano 2016 do IHGRN. Composta de artigos e crônicas, com incentivo da Lei
Câmara Cascudo.
Ormuz Barbalho que fez parte
do Tomo histórico anterior, liderado por Valério Mesquita, inicia agora um Tomo
próprio junto com seus capítulos, ocupando similares secretarias. Um novo Tomo,
na história do RN. E diante de uma galeria de ex-presidentes ainda vivos e presentes:
Valério Mesquita e Jurandir Navarro, com respectivos Tomos anteriores. A
citação dos primeiros Tomos, como fatos históricos registrados, como sempre foram
lembradas, começando lá nos idos de 1902, quando surgiu o primeiro dos Tomos, geográficos
e históricos do IHGRN, quando se instalava no Brasil a Republica. Dos primeiros
e dos antigos sócios, muitos estão lembrados nos logradouros públicos e
instituições espalhadas pela cidade de Natal/RN. E a lembrança do ex-presidente
Enélio Petrovich que por quase meio século passou ocupando a pasta principal,
também foi citado.
O instituto (IHGRN) cria, pesquisa
e analisa uma geografia diária, para através de seus sócios e colaboradores escrever,
descrever, anotar e arquivar a história, para que não se perca na oralidade e
na memória. Fotografias reforçam e confirmam os fatos, mostram pessoas
presentes, ainda que possam precisar de uma legenda descritiva, para quem não
conhece o espaço e os personagens na imagem fotográfica. Ormuz Barbalho
Simonetti chega e continua, para dar uma continuidade do IHGRN, na era da
tecnologia, com arquivos copiados e escaneados, copilados e arquivados em solo;
e outros arquivos em nuvens, junto com os primeiros sócios.
Cada personagem, cada ator, cada
escritor e cada historiador, um papel na história potiguar. Como os ex-presidentes
já citados, como participantes de uma nova equipe eleita e empossada. Como os novos
sócios, citados nominalmente. Como a personagem
doadora de um imóvel, Angélica Timbó, aliviando o espaço restrito e a
necessidade urgente de obras, no prédio antigo, também foi citada. E mais outros
personagens diversos. Cada um exercendo um papel naquele espaço. Representando
a si, representando uma instituição (ANL, INRG, UBE e outras), ou ali presente
para prestar uma homenagem a outros atores, pertencentes a sociedade intelectual
natalense, e participantes no grupo representativo da instituição cultural mais
antiga do RN. O IHGRN, a casa da memória potiguar.
Com história, geografia e
meteorologia aconteceram os eventos em conjunto, convergindo para um mesmo ponto,
acomodados em um mesmo espaço. A história e a geografia estão sempre sujeitas a
participação do homem e das intempéries. Com variação da temperatura, com
chuvas fracas ou intensas, esparsas ou intermitentes. Natal a cidade Noiva do Sol,
prima dos ventos e das chuvas. Para o evento convergiram tudo e todos.
Finalizando a posse de Ormuz
Barbalho Simonetti (OBS), cabe uma observação uma Obs: O Sol
impossibilitado de comparecer, naquela hora noturna, já que tinha compromissos
inadiáveis do outro lado do mundo, mandou a chuva para lhe representar. Aguardemos
agora os tempos de sol e de bonança.
Texto
publicado em:
|
RN, 30/03/16
por
Roberto Cardoso (Maracajá)
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Jornalista Científico
FAPERN/UFRN/CNPq
Plataforma Lattes
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